O desenvolvimento contínuo de tecnologias e materiais de alta qualidade, permitiram que a indústria de reforma de pneus, atingisse níveis elevados de qualidade, assegurando aos usuários, produtos confiáveis e de alto desempenho. 

Muitas destas tecnologias nasceram na Europa, no Japão e nos EUA. Ao longo dos anos, se difundiram no Mundo, chegaram e foram aperfeiçoadas ao Brasil, que hoje representa um dos polos industriais mais desenvolvidos do setor, em nível global.

Modernos e inovadores processos, permitem através de sistemas produtivos ambientalmente corretos, que um pneu seja reconstruído a partir de estruturas especiais, as chamadas carcaças.

Estas carcaças são cuidadosamente selecionadas, conforme normas e regulamentações vigentes, a fim de assegurar que estes pneus sejam criteriosamente examinados, inspecionados e classificados.

Uma vez aprovadas, estas estruturas passam por processos de reparação, têm sua borracha removida, e sobre elas são milimetricamente aplicados, novos compostos de borracha, recobrindo sua superfície por completo.

Uma vez recobertos, os pneus são vulcanizados, em prensas setoriais de 6 segmentos, com pressão, temperatura e tempo, controlados de forma automatizada, com auxílio de equipamentos e dispositivos de alta tecnologia. Finalmente, os pneus passam pelo processo de acabamento, e são rigorosamente inspecionados, um a um, antes de serem destinados para um novo ciclo de uso.

Os pneus da SCUDERIA são produzidos a fim de garantir qualidade, durabilidade e segurança aos usuários. Para garantir o máximo em desempenho, a SCUDERIA investe permanentemente em pesquisa, desenvolvimento, treinamento e capacitação de suas equipes, na ampliação de sua estrutura fabril, modernização de seus equipamentos e na aplicação de sistemas de gestão que resultem em melhoria contínua e controle de processos.

A empresa dispõe de recursos que lhe permitem realizar inúmeros ensaios laboratoriais e também de campo, testando permanentemente, tanto as matérias primas utilizados em processo, quanto os pneus produzidos. Dentre os ensaios, destacamos:

Ensaios Disponíveis

Norma/Método

Análise de Óxido de zinco (Pureza, voláteis, umidade) ME 5.4-26
Análise Termogravimétrica – TGA ASTM D 5805 – ASTM D 6370 – PV 3927
Calorimetria Exploratória Diferencial – DSC ASTM D 3895 – ASTM D 4465
Def. permanente a compressão NBR 10025 – ASTM D 395 – DIN 53517 – PV 3307
Def. permanente à tração (Método B) ASTM D 1329
Deforma permanente residual VW – PV 3307
Densidade ASTM D 297
Durezas Shore A e Shore D ASTM D 2240 – NBR 7318 – DIN 53505
Ensaio de manchamento de superfícies ASTM D925-06E2, Método A
Envelhecimento em estufa com ar circulante ASTM D 573 – NBR 11597
Extraíveis em  acetona/clorofórmio >ASTM D 297 – NBR 11597
Flamabilidade – Determinação das características de queima de materiais poliméricos FMVSS 302/1991 – GMW 3232
Fogging gravimétrico DIN 74201 – B
FTIR – Espectrometria de Infravermelho – Análise Qualitativa de Polímeros ASTM D 3677-10
Granulometria ASTM D 5461
Imersão em fluidos diversos ASTM D 471 – NBR 11407 – NBR 10572 – DIN 51604
Intemperismo acelerado – UVA e UVB ASTM D 750 – ASTM G 154
Intemperismo acelerado – Xenon Test ASTM D 750 – ASTM G 155 – ASTM D 2265
Manchamento por contato e migração ASTM D 9925 – NBR 11407 – ISO 3865 método A
Mistura em Banbury de 2L ASTM D 3182
Mooney Scorch D 1646
Permeabilidade em mangueiras GME 60222
Ponto de fusão em sólidos (aceleradores, antidegradantes, etc.) D 1519
Preparação de corpos de prova ASTM D 3182
Reometria capilar ASTM D 5099
Reometria no Reômetro MDR 2000 ASTM D 5289
Reometria no Reômetro R 100 ASTM D 2084
Resiliência DIN 53512 – ASTM D 1054 – NBR 8690
Resistência a abrasão DIN 53516  (ISO DIN 4949) – ASTM D 5963
Resistência a fadiga ASTM D 4482
Resistência à Flexão de Mattia ASTM D 430:2006 – ASTM D 813:2007
Resistência a frio de polímeros GME 60259
Resistência a propagação de odor GME 60256
Resistência a tração e alongamento ASTM D 412 – NBR 7562 – DIN 53504
Resistência ao ozônio ASTM D 1149 – ASTM D 1171 – ISO 1431-1:2004 – PV 3305 – PV 3315 – FLTM BP 101-01 – JIS K 6259 – NBR 19783/2015
Resistência ao rasgamento ASTM D 624 – MB 407 – DIN 55515
Teor de cinzas D 297
Teor de voláteis / umidade ASTM D 4571 – ASTM D 1278 – NBR 1278
Viscosidade Mooney ASTM D1646/2007, NBR 10718/1989
Verificação dimensional NBR 19783/2015
Distorção NBR 19783/2015
Compressão simples NBR 19783/2015
Ensaio de velocidade sob carga Manual técnico ALAPA
Ensaio dimensional Manual técnico ALAPA

 

Obs: Os ensaios são realizados em laboratórios acreditados em conformidade com a norma NBR/ISO IEC 17025.